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Xangri-Lá: diferentes frentes marcam o avanço das obras da nova ETE

A execução da nova Estação de Tratamento de Esgoto de Xangri-Lá segue avançando com diferentes frentes de trabalho em andamento.

Desde o início das atividades, novas etapas vêm sendo incorporadas ao canteiro, mobilizando equipes e diferentes especialidades da engenharia para a implantação das estruturas que irão compor o sistema.

O projeto executado pela Hidrapasso contempla estruturas civis, sistemas hidromecânicos, instalações elétricas, automação e integração operacional da unidade.

Das fundações às estruturas

Nas primeiras etapas da obra, os trabalhos estiveram concentrados nas sondagens e fundações dos Reatores 1 e 2.

Com o avanço da execução, as estruturas começaram a ganhar forma.

Entre os serviços realizados estão a montagem de formas e armações, preparação das juntas de vedação e concretagem das paredes dos tanques e reatores.

São etapas que exigem planejamento e controle durante a execução, especialmente por se tratarem de estruturas que posteriormente estarão diretamente relacionadas aos processos de tratamento.

Novas frentes avançam simultaneamente

Além das estruturas em concreto, outras partes do sistema também começam a avançar.

Entre os trabalhos estão a implantação da rede DN 400 para interligação entre estruturas do sistema, serviços relacionados à Estação de Bombeamento de Esgoto (EBE) e a montagem de peças e conexões em ferro fundido.

Essa diversidade de atividades demonstra uma característica importante de obras dessa natureza: diferentes frentes precisam evoluir de maneira coordenada para que cada nova etapa encontre a infraestrutura necessária para sua continuidade.

Integração entre diferentes especialidades

Uma Estação de Tratamento de Esgoto não é formada por uma única estrutura.

Obras civis, tubulações, sistemas hidráulicos, instalações eletromecânicas, elétrica e automação fazem parte de um conjunto que precisa funcionar de maneira integrada.

No projeto de Xangri-Lá, essa integração será ainda mais evidente nas próximas etapas, à medida que as estruturas civis avancem e recebam os sistemas responsáveis pela operação da estação.

O projeto prevê tratamento preliminar mecanizado, tratamento biológico aeróbio por lodo ativado com aeração prolongada, processos de nitrificação, desnitrificação e remoção de fósforo, desinfecção por cloração e tratamento mecanizado do lodo, além da infraestrutura hidromecânica, elétrica, automação e entrada de energia em média tensão.

Engenharia que avança etapa por etapa

A evolução da obra de Xangri-Lá evidencia justamente a integração necessária em projetos de saneamento dessa complexidade.

Cada estrutura executada prepara o caminho para uma nova frente. Cada etapa concluída permite que outras especialidades avancem.

É dessa forma, com planejamento, conhecimento técnico e atuação coordenada das equipes, que um projeto começa a deixar os desenhos e gradualmente se transforma em infraestrutura.

A Hidrapasso segue mobilizada na execução das diferentes etapas da nova ETE de Xangri-Lá, reunindo sua capacidade técnica e operacional em mais um importante projeto de saneamento.

Hidrapasso. Soluções em saneamento e infraestrutura.

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